quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Quais são as consequências da prática do aborto?


As consequências da prática do aborto, quer a nível físico, quer a nível psicológico, são, como seria de esperar, bastante negativas. Em seguida, é apresentado um quadro elaborado pela Women Exploited By Abortion (WEBA) que resume algumas dessas possíveis consequências:

Consequências físicas
Consequências psicológicas
Esterilidade
Sentimento de culpa
Abortos espontâneos
Impulsos suicidas
Gravidez ectópica
Arrependimento e remorso
Nados-mortos
Baixa auto-estima
Hemorragias e infecções
Raiva
Coma
Desespero
Perfuração do útero
Frustração do instinto maternal
Insónia
Perda do interesse sexual
Dores intensas
Pesadelos
Perda de apetite e de peso
Tonturas
Nervosismo
Sentimento de abandono
Distúrbios gastrointestinais
Perda de confiança
Capacidade intelectual diminuída
Tanatofobia (fobia à morte)
Tabela 1
Estas representam só algumas das várias consequências que a prática de aborto pode causar numa mulher. O aborto pode levar também a um aumento do risco de cancro da mama. Estatísticas recentes demonstram que um só aborto basta para que esse risco aumente substancialmente.
É também de considerar que quanto mais nova for a mulher, maior será a probabilidade de que ela fique estéril se abortar. No Canadá, por exemplo, 30% das raparigas entre os 15 e os 17 anos que fizeram abortos ficaram estéreis.
Obviamente que esta situação também vai provocar profundos problemas psicológicos aos restantes familiares e pessoas envolvidas. É que este assunto não se trata de um problema unicamente feminino, podendo considerar-se as já famosas afirmações dos movimentos feministas pró-aborto “O corpo é das mulheres, a elas é que cabe a decisão de praticar o aborto ou não” ou “O aborto é uma decisão pessoal e não um debate legal” (fig. 11) bastante egoístas.
Segundo Pedro Líbano Monteiro, representante da associação pró-vida “Mais Vida, Mais Família”, Mesmo que aborto seja legal, as mulheres nunca esquecem o que fizeram”, ficando com profundas sequelas psicológicas: fazer luto no dia em que o seu filho faria anos ou sonhar com a criança que não nasceu, são só alguns exemplos.
O aborto não é, portanto, algo que uma mulher faça descontraidamente e use como método contraceptivo.
É nestas consequências nefastas da prática abortiva que assenta um dos argumentos mais utilizados pelas associações pró-aborto: “Criminalizar o aborto não reduz o número de abortos. Dos quarenta e seis milhões de abortos que se fazem anualmente, vinte milhões são abortos ilegais feitos em condições pouco seguras.

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